A Editora Ouro sobre Azul iniciou seus trabalhos em 2001, com o lançamento dos livros Um outro olhar, de Luiz de Castro Faria e Um Funcionário da monarquia, de Antonio Candido.

Num primeiro momento dedicada às edições de livros ilustrados ampliou o raio de ação a partir 2004, com a reedição da obra de Antonio Candido – até esse momento dispersa –, revista e reordenada pelo próprio autor, cumprindo, no intervalo de seis anos, o compromisso de reunir e publicar o pensamento desse autor, fundamental para o estudos literários, no Brasil.

Seguindo com o propósito de trazer a público textos de qualidade que esclareçam e informem acerca de traços característicos de nossa cultura, sem nos importar muito com a época em que tenham sido escritos nem com a nacionalidade de quem os escreveu, a Editora Ouro sobre Azul tem-se mantido fiel ao interesse pelas ciências humanas e pela literatura epistolar, mas acrescentou a estes interesses iniciais uma via nova, aberta às obras de ficção de autores brasileiros, clássicos e contemporâneos.

Partindo deste diagrama, pretendemos lançar no correr 2016 os seguintes títulos:

Literatura Epistolar
- Volta ao poder
A correspondência entre Getúlio Vargas e a filha Alzira / 1946 • 1950
organização de Adelina Alves Novaes e Regina da Luz Moreira
pesquisadoras do CPDOC
co-edição com a Editora FGV
- A correspondência entre Antonio Candido e o crítico literário uruguaio
 Angel Rama, ainda sem título definido
organização e notas de Pablo Rocca

Ciências Humanas
- Desclassificados do ouro, de Laura de Mello e Souza / 5a. edição

Clássicos da literatura brasileira de ficção
- Dom casmurro / estabelecimento e fixação de texto de Marta de Senna
- O cortiço / estabelecimento e fixação de texto de Orna Messer Levin
- Memórias de um sargento de milícias / estabelecimento e fixação de texto de Mame­de Zarouche
Iracema / originais digitados da 2a. edição da Garnier, de 1870, revista por José de Alencar

Esses são os quatro primeiros de uma série que se pretende longa, cujas carac­terísticas repousam não apenas na qualidade do texto, estabelecido e fixado por es­pecialistas de alto nível, como no fato de virem precedidos por ensaios de Antonio Candido.

Literatura brasileira contemporânea
- Doutor caneta
- Não quero prosa
Ambos de autoria de Antonio Carlos de Britto, o Cacaso, com introdução, organização e notas de Mariano Marovatto